DUENDES

3 de julho de 2019

Draco inicia campanha da Catarse

para nova antologia

Duendes – Contos Sombrios de Reinos Invisíveis traz contos com uma pegada mais aterrorizante do Povo Pequeno

A Editora Draco (São Paulo) iniciou a campanha para o financiamento coletivo de sua mais recente antologia, Duendes, organizada por Ana Lucia Merege (Dragões, O Castelo das Águias). Focando no dark side das Pequenas Criaturas originárias dos mitos celtas (mas não apenas deles), o livro traz dez contos:

– A Sombra da Colina do Rei, de Diego Guerra

– Katyusha, de Isa Prospero

– A Menina Feia, de Luiz Felipe Vasques

– Sob as Sombras do ´Akuna, de Daniel Folador Rossi

– Jeremejevite, de Cristina Pezel

– O Juramento de um Pirata, de Aya Imaeda

– O Verde e o Negro, de Sid Castro

– A Última Criança, de Silas Chosen

– Carnavalito, de Simone Saueressig

– A Fortuna de Rhydderch, de Ana Lúcia Merege

Meu conto, O Verde e o Negro, nasceu de uma fusão de vários elementos mitológicos com pontos em comuns. Começa na pobre Irlanda pós Grande Fome, e tem como “duende” um cluricaun, um “leprechaun das adegas” e seu amigo humano que partem para um certo Império tropical em busca da mítica Hy-Brazil. Encontram um reino devastado pela febre amarela e a escravidão, mas também um novo reino mágico, repleto de outros tipos de “duendes”, como um bem traquina com pito e barrete vermelho voando num redemoinho. E também o amor, amizade, aventura, deuses, orixás e poderosas forças do mal que se se erguem das tumbas…

A coletânea terá 284 páginas no formato 14 x 21 cm, com papel pólen bold e capa em papel cartão de boa gramatura e com orelhas. O projeto de financiamento coletivo do Catarse, com seus brindes, promoções e vantagens pode ser acessado aqui.


JABÁ-NEWS

18 de junho de 2019

A quem interessar possa, nos banners abaixo seguem montagens de diversos tipos de serviços que presto nas áreas literárias, gráfica, educacional e publicitária: diagramação para impressão remota ou digital (ebooks), ilustrações cômicas ou realistas, revisão de textos… contato via o e-mail ali anunciado. Obrigado.


QUADRINHOS

18 de março de 2019

FESTIVAL GUIA DOS QUADRINHOS 2019

Maior evento de colecionadores completa 10 anos em novo espaço com mais lançamentos e artistas 

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Participei ano passado pela primeira vez da cobertura jornalística do Festival Guia dos Quadrinhos (iniciado há uma década como ‘Mercado das Pulgas’ de colecionadores de quadrinhos) e percebi que o evento foi muito além de sua origem: não apenas havia representatividade entre editoras, autores e todo tipo de aficionado por quadrinhos, como também tornou-se ponto de encontro de artistas e ponto de lançamento de diversas obras (livros e revistas), assim como palestras e exposições. Dessa vez, o evento mudou-se para o Hakka Plaza, na rua São Joaquim, 460 – Metrô São Joaquim, São Paulo, e acontece dias 13 e 14 de abril.

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Este ano, além de participar do lançamento das edições já sendo impressas das revistas CALAFRIO 62 e MESTRES DO TERROR 70, haverá o lançamento de Procura-se ELVIS, Vivo ou Morto, primeiro volume da coleção de livros de bolso Casos Supranaturais, de Fernando Fontana, diagramado e ilustrado por mim, com capa de Rodrigo Mazer. O livro prossegue com as aventuras do detetive Lucca Carrara (apresentado pela primeira vez no romance Deus, o Diabo e os Super-Heróis no País da Corrupção), que desenvolve um universo todo particular em que a realidade brasileira convive com super-celebridades. Ainda em produção, a primeira versão para quadrinhos deste universo será apresentada na graphic novel O Triste Destino da Namorada do Ultra-Homem. Com roteiro adaptado por mim a partir de um conto de Fernando Fontana, a obra tem capa de Carlos Henry e está sendo ilustrado num belo e contrastante preto e branco estilo noir por Ivan Lima (um dos mestres do terror da Calafrio, em sua primeira incursão no ramo dos super-heróis).  O lançamento do quadrinho está previsto para o segundo semestre do ano.

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FGQ 2019

 

Em seu novo espaço no Hakka Plaza, o Festival Guia dos Quadrinhos 2019 contará novamente com um amplo auditório e o já tradicional Mercado de Pulgas; novas palestras, exposições e debates, assim como sessões de autógrafos, ‘quiz nerd’ e concurso de cosplays. 

Nesta edição, ano em que o Batman completa 80 anos, o ‘Boteco da Justiça’ apresenta  exposição reunindo trabalhos de 20 quadrinistas brasileiros convidados tendo como tema o Cavaleiro das Trevas. Entre os convidados do Festival, destaque para Hiro Kawahara, criador do mascote oficial do evento. Ilustrador há 35 anos, Kawahara tem entre seus trabalhos mais conhecidos as toalhinhas de bandeja do McDonald’s, que ilustra há 26 anos. Além de ilustrações infantis, publicitárias e editoriais, o artista vem trabalhando em diversos projetos de quadrinhos.

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Outra grande atração deste ano será o roteirista e desenhista italiano Francesco Guerrini, que trabalha com quadrinhos Disney desde o início de 1990 e foi convidado pela Editora Culturama. Este será o primeiro evento de quadrinhos de que participa a editora escolhida como a nova casa dos gibis da Disney no país, após a saída da tradicional Abril.

Um dos pontos altos desta edição do evento é a ação social que o Festival Guia dos Quadrinhos fará em prol da Escola Estadual Castro Alves, na Zona Norte da capital paulista. Quem doar duas revistas de quadrinhos em bom estado terá o benefício da meia-entrada. Estes gibis doados, e que serão recolhidos na portaria do evento, serão utilizados para que a escola possa montar uma gibiteca.

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O Festival Guia dos Quadrinhos foi criado em 2009 por Edson Diogo, fundador do portal Guia dos Quadrinhos, o maior acervo de informações sobre o gênero no Brasil, entre publicações e artistas. Seu objetivo inicial era reunir não apenas colecionadores no tradicional Mercado de Pulgas que continua acontecendo no evento, mas também fãs e aficionados  da nona arte e cultura pop em geral, dando oportunidade de encontrar HQs raras e artistas, além de trocar ideias e experiências com diversos profissionais da área no país.


ADAPTAÇÃO

6 de março de 2019

Netflix lança série desenhada por brasileiro

The Umbrella Academy, desenhada por Gabriel Bá, mostra uma família disfuncional tentando evitar o fim do mundo

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Nem só de Marvel e DC vivem os super-heróis adaptados para cinema e TV. A grande novidade do gênero em exibição na Netflix, The Umbrella Academy, nasceu da terceira editora americana de quadrinhos, a Dark Horse, que entre outros, lançou as revistas de personagens agora famosos graças a adaptações para filmes como Hellboy e Homens de Preto. Os quadrinhos de The Umbrella Academy foram escritos por Gerard Way, vocalista da banda My Chemical Romance e a arte foi toda concebida e ilustrada pelo brazuca Gabriel Bá, ganhador do Yellow Kid, o maior prêmio dos quadrinhos nos EUA. Não é a primeira vez que Gabriel Bá teve outra obra sua adaptada para televisão. Dois Irmãos, graphic novel que ele ilustrou em parceria com o irmão, Fabio Moon, baseada no romance de Milton Hatoum, virou minissérie na Rede Globo.

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A premissa de The Umbrella Academy gira em torno de um fenômeno mundial, em que dezenas de bebês nascem ao mesmo tempo, em diversos pontos do mundo, de mulheres que não estavam grávidas. Sete dessas crianças são então adotadas pelo excêntrico bilionário Sir Reginald Hargreeves (Colm Feore), que monta a Academia Umbrella (guarda-chuva), criando-as com uma mãe robot e um cavalheiresco e inteligente chipanzé modificado geneticamente. Sir Reginald treina-as de forma severa para se tornarem super-heróis, vestindo suas roupas de estudantes e máscaras. Cada um deles tem um codinome e poder. O Número 1, Luther (Tom Hooper), tem força incrível; Número 2, Diego (David Castañeda), habilidade extraordinária com facas; a Número 3, Allison (Emmy Raver-Lampman), tem o dom de influenciar as pessoas, tornando-se uma celebridade; Klaus, o Número Quatro (Robert Sheehan), é um afetado viciado em drogas que vê e conversa com os mortos; destaque para o Número Cinco (Aidan Gallagher), que desapareceu aos 13 anos, graças à sua habilidade de se teleportar através do tempo e do espaço; Número 6, Ben (Justin H. Min), que pode se tornar um monstro, é o único que morreu e, portanto, só pode ser visto por Klaus; e finalmente Vanya (Ellen Page, que já usou o uniforme justo da Lince Negra em X-Men: Confronto Final e Dias de um Futuro Esquecido), a única aparentemente sem superpoder, mas que terá papel fundamental na trama. Inconformada, ela se afasta da Academia e escreve um livro revelando suas contradições.
A história começa com eles adultos voltando à mansão da família quando Sir Heargreaves faleceu. Enquanto discutem o que aconteceu com eles, com vários flashbacks de seu passado heroico, o Número 5 volta do futuro, onde viveu até os 58 anos, mas retorna no corpo de um garoto. Ele vem com uma mensagem assustadora: o fim do mundo acontece em poucos dias. Novamente reunida, a disfuncional família tenta resolver seus traumas pessoais e desavenças enquanto tentam evitar o Apocalipse e são caçados pelos assassinos de uma espécie de organização que controla o tempo e a história a ferro e fogo.

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A primeira temporada é baseada no ciclo The Umbrella Academy: Suíte Apocalipse (Devir), e a série filmada mantém o visual estilizado dos desenhos de Gabriel Bá, assim como o bizarro humor negro do roteiro de Gerard Way, com suas reviravoltas inesperadas. A segunda temporada já está garantida.

 


SEMANA AMAZON

24 de setembro de 2018

A Amazon começou hoje (24/09/18) e vai até dia 28 de setembro a Semana de Promoções de livros e kindles; meu livro, a coletânea de noveletas e contos MEMÓRIAS PÓS-HUMANAS DE QUINCAS BORBA participa da promoção, por 1,99 (o preço normal do ebook é 5,99). https://www.amazon.com.br/dp/B078NBBSHQ

 


LANÇAMENTO

23 de julho de 2018

Deus, o Diabo e os Super-heróis no País da Corrupção

Misturando trama policial com super-heróis no Brasil de hoje, livro será lançado nesta quinta em Catanduva (SP)

 

Por menor que seja o cenário cultural de uma cidade de porte médio como Catanduva (SP), com 120 mil habitantes e a 380 kms da capital do Estado, eventualmente surgem aqui ou ali na área da criação ficcional alguns autores, quadrinistas como Alex Sander, de Duas Vidas Giramundo e até animadores, como Jonathas Donathas, finalista do Prêmio Le Blanc em animação. Nada mais adequado para uma cidade cujo símbolo tradicional é uma bruxa do que a literatura fantástica, gênero em que também escrevo.

Na próxima quinta-feira, dia 26, durante o período noturno, acontece no Brauhaus Pub (Av. Engenheiro José Nelson Machado, 1850 – Catanduva (SP) o lançamento do livro “Deus, o Diabo e os Super-heróis no País da Corrupção”, de Fernando Fontana. O evento contará, além do autor autografando a obra, show com a banda Plebeus, de rock clássico.

O LIVRO
“Deus, o Diabo e os Super-heróis no País da Corrupção” flerta com os quadrinhos de super-heróis, como se eles existissem realmente e como seria sua atuação num país como o nosso, assolado por crises e corrupção desenfreada. Nesse sentido, interage com obras como Watchmen e Top Ten, de Alan Moore ou Powers, de Brian Michael Bendis.

No livro, o detetive Lucca Carrara é um ex-policial do Departamento de Crimes Supranormais, cujos principais amigos são a cerveja, o cigarro e o falecido escritor Charles Bukowski, com quem conversa ocasionalmente em seus delírios. Lucca aceita investigar um possível caso de adultério do Patriota, o mais amado e poderoso super-herói da nação. Essa investigação o colocará em rota de colisão com os interesses de homens poderosos, ameaçando a sua vida. Para completar sua missão, ele contará com o auxílio de uma prostituta com super poderes, um mendigo voador, um ex super-herói de corpo blindado e do homem mais sortudo do mundo.

“Ao escrever o livro, imaginei como seria o nosso país se super poderes fossem uma realidade, e como se comportariam os super-heróis”, disse o autor. “Falar sobre corrupção foi uma escolha óbvia, uma vez que acredito ser ela um câncer que se alastrou por todas as esferas de poder”.

Ainda segundo Fernando Fontana, Lucca Carrara não é um herói em traje reluzente como o Patriota, ou um vilão, é um sujeito repleto de tons de cinza, uma pessoa comum com algumas qualidades e muitos defeitos, tentando sobreviver mais um dia em uma realidade cada vez mais hostil e onde as pessoas se acostumaram com o absurdo.

Os principais vilões do Superman e do Batman, Lex Luthor e Coringa, respectivamente, não tem super poderes, mas são capazes de um estrago sem tamanho na vida dos heróis. Luthor, em uma das versões dos quadrinhos que o autor mais gosta, é um dos homens mais ricos do mundo, e capaz de qualquer coisa para conseguir poder. O ódio que nutre pelo Superman, vem justamente do fato dele não poder ser comprado e não se submeter às suas ordens.

“O Coringa é um agente do caos, um psicopata sem limites que mata pessoas como se matasse moscas inconvenientes”, complementa. “Eu creio que os nossos políticos corruptos sejam uma mistura macabra de Lex Luthor e Coringa, sem super poderes, mas capazes de qualquer coisa para conseguir dinheiro e poder, inclusive matar centenas de milhares de pessoas nas filas dos hospitais ou vítimas da violência crescente em nossas cidades, sem apresentar um pingo remorso”. compara o autor que eles são nossos grandes vilões e estão presentes no livro, mas que infelizmente faltam heróis para combatê-los.
Fernando Fontana já começou a escrever seu próximo livro, no mesmo universo de seu detetive e com outros personagens.

Entre os escritores que influenciaram o autor, estão o falecido Charles Bukowski (Misto Quente, Notas de Um Velho Safado), além de Chuck Palahniuk (Clube da Luta, Sobrevivente). Bukowski aparece em mais de uma oportunidade no livro, e o próprio Lucca Carrara é inspirado no detetive Nick Belane, protagonista de Pulp, último romance escrito por Bukowski, pouco antes de morrer em 1994, aos 73 anos de idade.
Nos quadrinhos, outra fonte de inspiração do autor, estão entre seus preferidos Garth Ennis (Preacher, Justiceiro), Alan Moore (Watchmen, Batman – A Piada Mortal) e Grant Morrison (Homem Animal, Asilo Arkham).
“Eu me diverti muito escrevendo esse meu primeiro romance e torço (como todo escritor iniciante, imagino eu) que os leitores gostem dele tanto quanto eu gostei de escreve-lo”, finaliza.

 

O AUTOR
Fernando Fontana tem certeza de que a dúvida é o melhor caminho, torce para a Seleção da Islândia, chorou em praticamente todos os desenhos da Pixar, e acredita que os alienígenas não falam com a humanidade, pela mesma razão que a humanidade não conversa com as formigas, embora provavelmente as formigas façam bem mais sentido do que os seres humanos.
Nasceu em Catanduva, interior de São Paulo, onde cresceu jogando RPG, lendo quadrinhos e assistindo filmes. Suas habilidades sociais se restringem ao básico, e seus vícios incluem chocolate, refrigerantes de cola, charutos, serviços de streaming e outras drogas legalizadas.
Diz ser fã de Alan Moore, Garth Ennis, Charles Bukowski, Guy Ritchie, Tarantino e Tyler Durden, e que suas obras influenciaram sua maneira de escrever, mas, na verdade, gosta mesmo é de assistir as reprises do Chaves.
É formado em História, e foi professor nos cursos de História e Psicologia do Instituto Municipal de Ensino Superior de Catanduva (IMES), atividade que abandonou em 2017, visando manter a sanidade de seus alunos.
Atualmente trabalha no Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), e mora com a esposa, o filho e o cachorro, na mesma cidade onde nasceu.

 

 

SERVIÇO
Lançamento: dia 26 de julho, entre 20:00 e 22:00 no Brauhaus PUB em Catanduva. O livro estará a venda por R$35,00, e tem 266 páginas. Após os autógrafos, haverá um Show de Rock Clássico com a banda Plebeus de São José do Rio Preto. A entrada é gratuita.
Dias 18 e 19 de agosto:
Beco dos Artistas, na Intercomic 2018, maior evento Nerd, Geek, Maker e Pop do Interior paulista, no Centro de Eventos do Ribeirão Shopping. O autor estará autografando os livros e trocando ideias com quem comparecer.

Também é possível adquirir o livro no site da Editora Viseu:

https://www.editoraviseu.com.br/pt/livros/236/deus-o-diabo-e-os-super-herois-no-pais-dos-corrupcao/

Facebook:
http://www.facebook.com/ddsnopaisdacorrupcao

 


QUADRINHOS

17 de abril de 2018

Festival Guia dos Quadrinhos 2018

Um dos maiores eventos de troca de gibis, encontro de artistas e colecionadores e fãs de quadrinhos do país

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Durante os dias 14 e 15 de abril aconteceu em São Paulo, no Clube Homs, na Avenida Paulista, a nova edição do Festival realizado pelo site Guia dos Quadrinhos, o maior portal com informações sobre HQs do país.

Iniciada em 2008 como Mercado das Pulgas de troca de gibis, o evento cresceu e se tornou um ponto de encontro de colecionadores, novidades, artistas, lançamentos, shows de cosplays de personagens de quadrinhos e outras mídias, além de venda de artes originais, posters, camisetas, livros, action figures e dezenas de outros produtos ligados à Nona Arte.

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Foi a primeira vez que participei do evento e aproveitei a oportunidade para reencontrar amigos do meio e conhecer outros que só conhecia através da internet.

Como estive diretamente ligado à editoração e diagramação das revistas CALAFRIO 59 e MESTRES DO TERROR 68, após um passeio de reconhecimento pelo grande salão principal do Festival, encontrei no stand 64 o editor da nova D-Arte, Daniel Saks, que finalmente conheci pessoalmente após alguns anos de conversas e trabalho via redes sociais.

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Para minha surpresa, acabei até autografando edições das revistas (por conta de minha atividade como roteirista nas edições lançadas pelo Mestre Rodolfo Zalla, na coleção clássica) e conheci diversas pessoas, entre as quais Eduardo Ohata, jornalista da UOL, Folha, ESPN etc, – o qual conhecia detalhes que nem eu lembrava de minha primeira HQ publicada na vida, na Spektro da Vecchi, como diversas outras HQs que escrevi.

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Também tive a satisfação de conhecer outros bambas das HQs atuais, como os fantásticos desenhistas Laudo (Anya, Tianinha) e Will Sideralman (A Coisa do Tietê, Demetrius Dante) e o roteirista Rogério Faria (Calafrio). E tive o prazer de reencontrar o Octavio Cariello (Lanterna Verde e Raio Negro, entre muitos outros) um dos mais extraordinários quadrinistas brasileiros com carreira internacional, com o qual participei da minha primeira antologia, Território V (Terracota, 2009). O artista foi homenageado com uma exposição de artes originais e bate-papo com os fãs.

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Além do tradicional Mercado de Pulgas, com venda e troca de gibis novos e antigos, o Centro dos Artistas, com a produção atual de quadrinhos brasileiros; o Festival também contou com exposições de arte e uma programação com debates, palestras, sessões de autógrafos e prêmios.

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Destaque para o lançamento do livro Vertigo: Além do Limiar, e uma exposição sobre os 25 anos do selo da DC Comics que publicou revistas como Constantine,  Sandman, Morte e Monstro do Pântano. Os visitantes puderam conferir o Museu Abril de Quadrinhos Disney, com diversas curiosidades do universo Disney em uma experiência de imersão virtual 3D, além de bate-papo sobre Vingadores: Guerra Infinita e os dez anos do Universo Cinematográfico Marvel, os 30 anos da revista Animal e diversas outras atrações.

 

 

 

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Vou tentar participar de mais eventos como esse – uma vez que o saudoso Fantasticon (de Literatura Fantástica) continua fazendo falta – apesar da distância de minha cidade no interior do estado; e da ‘sorte’ de voltar num busão que parecia ter parado em todas as cidades do mundo antes de chegar em Catanduva.