LIVRO

10 de setembro de 2013

O Alienado traz maturidade à

Literatura Fantástica brasileira

Primeiro livro solo de Cirilo S. Lemos alia literatura mainstream à cultura pop

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Se há um livro nascido no fandom brasileiro de literatura fantástica – e que, portanto, como a maioria, estaria ‘marcado’ para transitar apenas em um verdadeiro ‘gueto’ cultural – que poderia tranquilamente ser considerado um romance ‘mainstrean’, este é O Alienado, de Cirilo S. Lemos, publicado pela Editora Draco, de São Paulo.

Salvo exceções (raras) que conquistaram algum espaço na mídia graças ao sucesso de vendas, tais como Vianco, Spohr e Draccons afins, a Literatura Fantástica brasileira está relegada à rede de invisibilidade marginal da literatura – se é que a cultura oficial, mainstream, considera-a como literatura. Provavelmente, a vê apenas como leitura de entretenimento, escapismo ou subliteratura, a despeito de quantas obras de valor ou qualidade a literatura de gênero produziu no mundo.

O Alienado não é um livro de fácil leitura para todos, nem mesmo do fandom, mas quem gosta de um excelente texto, entremeado de referências que vão da literatura clássica ao cinema e aos quadrinhos, não irá se decepcionar.

Também não é fácil defini-lo enquanto gênero: por ele há ecos de ficção científica à la 1984, com direito a passagens kafkanianas e quase surreais, quadrinhos com sabor misto de banda desenhada e fanzine do século XX; por outro lado, o leitor, às vezes, parece estar vagando entre um indefinido futuro distópico ou o passado recente dos anos 80, num país fictício ou no regime militar brasileiro.

Em O Alienado, Cirilo tece uma trama em vários níveis de metalinguagem, e isso inclui sequências de histórias em quadrinhos entre capítulos, assinadas por um dos personagens, assim como trechos de um romance escrito por outro. Tudo isso funciona como parte de um todo, compondo um labirinto de fatos e emoções.

A começar pelo herói ou anti-herói, Cosmo Kant. Assim, com nome de filósofo, mas que me lembrou de imediato o de Clarke Kent – talvez seja coincidência, mas tem até o mesmo número de letras. E destacam-se até grandes ‘vilões’, os Metafilósofos, os Grandes Irmãos da Cidade-Centro, que vigiam seus cidadãos na autoritária e decadente metrópole, como num vislumbre de Brazil, o Filme.

Cosmo Kant aparece ainda criança, amigo de Virgílio, que lhe roubava livros e gibis (Superaventuras Marvel, da Abril, era um deles), e que, não por acaso, aparece como sendo o autor das páginas em quadrinhos que permeiam o livro (constando, inclusive, no expediente do livro) – muito embora o desenhista seja o próprio autor, Cirilo, e seus traços pareçam um misto de banda desenhada com o traço ainda ‘duro’ de algum fanzine do final do século XX. O que, aliás, torna tudo mais crível, considerando que o desenhista, nessa jogada de metalinguagem, seria o adolescente Virgílio. Se não foi a intenção, então o Cirilo escreve muito melhor do que desenha…

Cosmo Kant também surge como um operário casado, e se metendo em encrencas com os tais autoritários Metafilósofos, eventualmente sendo ajudado por um misterioso Forasteiro, enquanto tenta escapar das armadilhas do regime e buscar respostas para sua própria condição.

Não é um romance de estrutura linear, e ecoam nele tanto elementos reconhecíveis em quadrinhos da Vertigo, quanto de Borges, Saramago ou Huxley. De filmes como Laranja Mecânica a Matrix e A Origem, entre outros. Mas não é preciso em absoluto conhecer tudo isso para apreciar O Alienado.

Mas quem tiver essa bagagem, terá uma ainda melhor leitura.

SERVIÇO

O Alienado

Autor: Cirilo S. Lemos

 ISBN: 978-85-62942-49-5

 Gênero: Literatura Fantástica/Ficção Científica

 Formato: 14cm x 21cm

 Páginas: 240

 Preço de capa: R$44,90 (papel)

 R$ 19,90 (e-book)

http://editoradraco.com/2012/03/07/o-alienado-cirilo-s-lemos-2/

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Os Argonautas

31 de maio de 2013

SPACE OPERA III

A gênese de Os Argonautas

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Na madrugada de 30 para 31 saiu o resultado dos selecionados para o terceiro volume da trilogia Space Opera, publicada pela Editora Draco, com organização de Hugo Vera e Larissa Caruso. Segundo o blog da Draco, foram escolhidos apenas oito trabalhos dentre 116 inscritos. Minha noveleta Os Argonautas foi um dos selecionados.

Ela tem um significado importante para mim, pois foi criada há muito tempo, tomando como inspiração uma das minhas primeiras leituras em ficção científica. Tinha uns 13 ou 14 anos quando descobri, fuçando na biblioteca da escola, que um ex-aluno havia doado para a mesma dezenas de livros bem interessantes, que iam de clássicos da literatura fantástica a obras pseudocientíficas, que tiveram o mérito de me despertar o interesse por temas incomuns. Mas dentre tudo, descobri um único exemplar da “colecção” portuguesa Argonauta, no caso, Os Engenheiros Cósmicos, de Clifford D. Simak. Um enredo sobre universos em colisão, exóticas raças cósmicas e uma nave em aventuresca jornada pelo tempo e espaço. Nunca havia lido um space opera antes, e esta odisséia espacial me envolveu com seu “sense of wonder”, o que me levou a escrever roteiros e contos (e não apenas a desenhar HQs, como fizera até então) e criar sinopses de “futuros livros”. Um desses, resenhado em capítulos e personagens, chamava-se Os Argonautas, tendo como referência o título da própria coleção portuguesa, mas também o filme Jasão e os Argonautas, visto nas sessões da tarde da TV, o que me levaria, mais tarde, aos mitos gregos.

Tempos depois, após muitos quadrinhos e contos publicados (em antologias), participando de um Fantasticon ou Bagunça Literária, o Hugo ‘Space Opera’ Vera me intimou a participar da seleção do terceiro volume da série (as duas primeiras foram fechadas, com autores convidados). Imediatamente passei a imaginar histórias no estilo, e logo me veio à lembrança a antiga história. Naturalmente, não poderia dar forma à velha sinopse adolescente. Mas todo o cerne da ideia original (uma versão space opera do mito grego dos Argonautas) foi mantido, incluindo alguns personagens com nomes, planetas e poderes – e algumas exóticas civilizações alienígenas.

Os Argonautas é um típico space opera – aventura passada num futuro remoto, quando a Terra já não mais existe, após sua derrota numa Grande Guerra Galáctica entre seres à base de carbono e de silício. Os silicitas, governados pelo totalitário Um, e de posse de uma arma definitiva, o Nulificador de planetas, levam os carbonianos, especialmente os humanos à extinção. Apenas uma espaçonave de guerra resiste, a lendária Argos, convocada pelo Mestre Galáctico Vyor, e com uma tripulação de metahumanos: Jasum, o último terrestre, o piloto cyborg Orion, o colossal Herakles do Sistema Hércules, a tele-empata Prysma de Medea, a psiônica Cristella Yin, de Orfeu, as guerreiras clônicas Shiva Singh I e II, e o telecinético Mosambique Makross, do Sistema Teseu.

Em busca do Velocino Cósmico, a chave para livrar o que restou da humanidade do extermínio, a Argos aventura-se em batalhas entre o hiperespaço e dezenas de mundos, perseguidos pelos Caçadores de Carbono, enfrentando dragões entre os Nômades dos Espaço, Insectóides e Piratas Siderais, monstros silicitas no Sistema Táurida, furiosas harpias em Fênix de Hidra e as sedutoras Sereias de Electra Atlântida, entre outros perigos.

Space Opera III deve ser lançado este final de ano, talvez ainda no Fantasticon (21 e 22 de setembro) em São Paulo, ou um pouco mais tarde.

Abaixo, os classificados para a antologia Space Opera III:

Convite do Imperador

– Roberta Spindler

Ecos de Maztah

– Carol Chiovatto

Na Crista da Onda

– Luis Filipe Silva

Nosso Estranho Amor

– Antonio Luiz M C Costa

O Cortiço e as Estrelas

– Pedro Vieira

Os Argonautas

– Sid Castro

Supremacia de Eufrates

– Cirilo S. Lemos

Uma Princesa de Stroff-Bingen

– Rui Leite & Júlia Durand


Glória Sombria

4 de maio de 2013

A PRIMEIRA MISSÃO D­O MATADOR

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Um dos mais prolíficos autores de ficção científica do Brasil, Roberto Causo lança, no próximo dia 9 (quinta-feira) seu novo romance de FC Glória Sombria, estrelado pelo seu seminal personagem Jonas Peregrino, no melhor estilo Perry Rhodan ou Cadete Flandry, de Poul Anderson, mas com um toque brasileiro, e não apenas no nome

Transferido para a Esfera, onde os humanos e membros de diversas raças alienígenas são fustigados por naves-robôs, o Tenente Jonas Peregrino enfrentará não apenas os seus próprios limites, mas as divisões internas dentro das Forças Armadas.

Peregrino era só mais um oficial júnior da Patrulha Colonial no distante século 25. Sua carreira parecia condenada à mediocridade, até que seu talento para o planejamento de operações especiais chamou a atenção do comandante máximo da Esquadra Latinoamericana na Esfera, a maior área em conflito que a humanidade encontrou em seu avanço pelos braços da Via Láctea.

Enquanto os obstáculos se acumulam, é preparada a primeira missão do matador trazido para a Esfera: formar uma nova unidade de elite, os Jaguares, e evacuar um planeta duplo ameaçado de destruição total pelos tadais — alienígenas implacáveis que nunca mostram a sua verdadeira face. Mas como ser um matador, se o inimigo se esconde atrás de enxames de naves-robôs?

Comandados por Jonas Peregrino, os Jaguares partem para Tukmaibakro, o sistema estelar onde eles serão testados até ao limite das suas forças, e de seu senso de dever e honra.

O INÍCIO DE UM ÉPICO DA FICÇÃO CIENTÍFICA

Cronologicamente, Glória Sombria é a primeira aventura de Jonas Peregrino na série As Lições do Matador, que existe como histórias mais curtas, desde 2009. Essas aventuras do personagem, ambientadas num momento posterior da sua trajetória, têm aparecido em antologias de destaque como Futuro Presente (2009), organizada por Nelson de Oliveira; Assembleia Estelar (2010, também pela Devir), organizada por Marcello Branco (2010); e Space Opera II (2012), organizada por Hugo Vera & Larissa Caruso. Há mais histórias no prelo.

Com a Devir, outros romances se seguirão, em um projeto original que aposta na maturidade do mercado para ficção científica brasileira. O próximo lançamento já tem título: Mestre das Marés, programado para 2014.

Glória Sombria e demais histórias de As Lições do Matador fazem parte de um conhecido subgênero da ficção científica, a space opera, um das tradições mais identificadas com o gênero. Basta pensar em Jornada nas Estrelas, Guerra nas Estrelas, Babylon 5, Galactica e outras produções de cinema e TV.

O AUTOR

Roberto de Sousa Causo é autor dos romances A Corrida do Rinoceronte e Anjo de Dor, e das novelas premiadas Terra Verde (III Festival Universitário de Literatura) e O Par (Projeto Nascente 11). Suas histórias de ficção científica e fantasia apareceram em onze países, incluindo Cuba, França, Grécia, Portugal e Rússia. Vive em São Paulo com esposa e um filho. Visite o site do autor em http://robertocauso.com.br


NOVAS PUBLICAÇÕES 2

20 de janeiro de 2013

NOTÍCIAS DE MARTE – STEAMPUNK II

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Meses atrás havia submetido a noveleta Notícias de Marte à antologia Steampunk II, da Tarja Editorial. Recebi finalmente, nos últimos dias do ano a notícia de sua aprovação, sem modificações, pelo menos nesta primeira fase da publicação. Obviamente um conto steampunk, pertence à mesma linha da noveleta Dieselpunk, Cobra de Fogo, embora num período histórico anterior e sem relação direta. Da mesma forma, mistura personagens e fatos históricos e fictícios.
Num Império ainda poderoso no começo do século XX, o capitão-tenente Andradas, da Armada Imperial, piloto de uma Ave de Rapina, caça do cruzador Amazônia, perde-se no oceano, durante uma missão secreta. Acaba sendo resgatado por outro Amazônia, este um cruzador de uma tal República dos Estados Unidos do Brazil, num futuro não muito distante… mas menos avançado do que sua época steampunk. A bordo, reina a tensão de uma marujada em pé de revolta, sob a chibata dos oficiais, enquanto nos céus brilha o tom avermelhado do disco de Marte, para onde Santos Dumont e o astrônomo exilado Percival Lowell, dos Estados Conferados da América dirigem seus esforços de contato.


NOVAS PUBLICAÇÕES

20 de janeiro de 2013


Após um fim de ano produtivo em matéria de contos, com publicações nas antologias S.O.S. – A Maldição do Titanic (Literata) e Erótica Fantástica (Draco) e É Assim que o Mundo Acaba (Oitoemeio) tive outra excelente notícia nos últimos dias de 2012: minha noveleta Notícias de Marte foi aprovada para publicação em Steampunk II (Tarja).
Embora aparentemente distantes entre si, os contos tem pontos de contato entre si.
Recapitulando:

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S.O.S – A MALDIÇÃO DO TITANIC
Durante a primeira semana do Fantasticon 2012, aconteceu o primeiro lançamento.
Em S.O.S. – A Maldição do Titanic, como autor convidado, apresentei às organizadoras Bruna Caroline e Tatiana Ruiz, o conto Nômades da Névoa. Seguindo as diretrizes da antologia sobre o centenário do malfadado cruzeiro, optei por uma história que segue, em boa parte o tom steampunk, até por que o Titanic, de certa forma simbolizava o fim da Era do Vapor, da Belle Époque e o prenúncio de um novo mundo de guerras. Um pouco weird, Nômades da Névoa se passa a bordo de uma realidade alternativa – ou várias, e tem como protagonistas um cientista – parente ou descendente do Padre Landell de Moura, descobridor brasileiro não reconhecido das telecomunicações e um arrogante homem-peixe de uma raça que habita as profundezas. O destino do Titanic – e do (s) mundo (s) em suas mãos.

ERÓTICA FANTASTICA
Ainda durante o Fantásticon, na segunda semana, outro lançamento: Erótica Fantástica, volume I, pela Draco. Apresentei duas histórias ao editor Gerson Lodi-Ribeiro, com o qual já tive uma bem sucedida (em termos de críticas) noveleta aprovada em Dieselpunk – Cobra de Fogo (em 2011). A primeira história, mais para o erótico, era uma versão mais para o erótico do mito grego de Pigmaleão e sua obra, a estátua viva Galatea (que dá nome ao conto). Não foi aprovado, no entanto. Minha tentativa seguinte, Fêmea Humana, era mais um ficção científica com toques de erotismo, e teve melhor sorte, sendo aprovado com algumas modificações para o primeiro volume.
Podendo ser lido como uma versão subvertida do romance O Guarani, de José de Alencar, tem como protagonistas a bióloga Cecília Costa (Ceci) nativa humana do planeta colônia Tupã é a única sobrevivente de um ataque alienígena à nave científica Amazônia, juntamente com o robô humanóide PR-I (Peri).
Livremente baseada numa história em quadrinhos inédita, o conto lida com as diferenças e semelhanças sexuais de um ponto de vista alienígena (ou robótico), predominando a ação e referências bem brasileiras para uma ficção científica, bem como prega uma parte dos defensores do gênero no Brasil.

É ASSIM QUE O MUNDO ACABA

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Finalmente, em 13.0.0.0.0 ou Gracias Pela Cerveja, lançado no fim de ano, no Rio, na antologia É Assim que o Mundo Acaba, da Oitoemeio, predomina o humor negro sobre um tema que foi bastante explorado por toda a mídia em dezembro. Um escritor de livros sensacionalistas, Fred Falcão, recebe a inesperada visita de um deus maia, Tohill, que o poupa do fim do mundo em plena avenida Paulista. Enquanto se diverte com os restos de uma civilização e algumas cervejas geladas, o escritor tenta descobrir seu destino nesta peça apocalíptica enquanto se recorda dos acontecimentos que o levaram ao país maia algum tempo atrás e que determinaram sua sorte.


É ASSIM QUE O MUNDO ACABA

14 de setembro de 2012

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Fazendo as malas para o Fantasticon 2012 em São Paulo, recebo a boa notícia de que mais um conto meu foi selecionado para uma nova coletânea, “É assim que o mundo acaba”. Curioso é que se trata de minha primeira participação numa editora não pertencente ao “fandon” da literatura fantástica, a Oitoemeio, do Rio de Janeiro.

Mais curioso ainda é que o conto “13.0.0.0.0.” havia sido recusado para outra coletânea, 2013 – Ano Um, da Ornitorrinco, outra pequena editora do fandon.  Como ele tinha prazo de validade, mandei em seguida para outra seletiva que surgiu, a de 2012 – O ano do fim, da Technoprinty e novamente foi recusado. Faz parte.

Mas nunca levei a sério esta conversa de fim do mundo dos maias, por isso o conto era completa e propositalmente de humor. Se fim do mundo pode ser humorístico. Bom, se as piadas do Rafael Bastos e do Danilo Gentili podem…

Enfim, enviei à Oitoemeia, afinal, não teria mais o que fazer dele depois do fim do ano. Sem contar que a editora pedia histórias mais para Melancolia, do Von Trier, do que para o 2012 do Emmerich.  

Segue abaixo o resultado da seleção de autores, conforme informado pela Oitoemeia.

 

“Após três meses e 98 contos recebidos, a Editora Oito e meio anuncia o resultado da seleção dos autores “É assim que o mundo acaba”. No lugar de 10, serão 11 autores que farão parte com os convidados. Abaixo, seguem os contos e seus autores.

 
1) 13.0.0.0.0. ou Gracias pela cerveja – Sidemar Castro
2) A fábula dos vermes – Igor Sternieri
3) Meu amigo, o buraco negro – Gustavo Melo

4) Em cima do telhado com um rifle – Bruno Goularte
5) O Fim do Mundo de Todos os Dias – Verônica da Silva Ferreira
6) Depois do que aconteceu – Alessandro Garcia
7) Castelos de salitre são mais bastardos que o Mesmo do elevador – Alliah
8) The end never sleeps – Márcio Menezes
9) Do lado de fora do umbigo do mundo, Leonardo Marona
10) Venus sobre a Terra, urubus sobre os homens, Igor Dias
11) Deja-vu, Luís Souza

A editora deseja parabenizar todos os autores que submeteram seus trabalhos. Não foi uma escolha fácil.
E, em dezembro, será o lançamento da coletânea “É assim que o mundo acaba”.

 


CONVITE

16 de dezembro de 2011

Em São Paulo, neste sábado, participarei da tarde de autógrafos da antologia A Batalha dos Deuses, da Novo Século.