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3 de dezembro de 2017

NÊMESIS – A VINGANÇA DOS DEUSES

 

Ela nasceu no inferno de um campo de concentração nazista e se tornou a encarnação do poder vingativo dos deuses; Nêmesis é meu primeiro livro pela Amazon

 

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Minha primeira publicação via Amazon: Nêmesis – A Vigança dos Deuses é uma noveleta inédita que pretendo ser a primeira de uma série de aventuras fechadas. Trata-se de terror, com cenas de ação e alguma ficção científica e mitologia. Algo assumidamente pulp e quadrinístico.

A protagonista é a encarnação atual da justiça vingativa dos deuses. Filha da Noite, Nêmesis nasceu de experiências místicas e genéticas num campo de concentração nazista. Criada numa região selvagem, foi treinada para sua missão pelo O Velho, um egípcio milenar e conta com o apoio de O Jovem, um hacker capaz de ligar a internet ao mundo sobrenatural, através da computação quântica, que ele chama “mistnet”.

Durante eras, as Nêmesis nascidas meio humanas, meio deusas, combateram os Khereps – predadores que se nutrem da força vital dos mortais desde tempos imemoriais. Munida de força sobrenatural e o poder de suas adagas sagradas kopis, Nêmesis, também conhecida e temida como Sekhmet, a Leoa, ou a Caçadora de Ísis, enfrenta com seus dois únicos aliados, o Velho e o Jovem, uma ordem nazista que pretende criar uma nova raça de Seres das Trevas, sob a influência de uma antiga criatura milenar – Serkhet, a Mãe-Escorpião.

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A ação se passa numa grande cidade brasileira (não identificada, mas que coincide com São Paulo) nos dias de hoje, passando de nighs clubs da elite a túneis secretos sob o metrô, numa guerra interminável entre o Bem e o Mal. Mas onde começa um e termina o outro? “Aquele que luta com monstros deve tomar cuidado para não se tornar um deles. Quando se olha muito tempo para o abismo, o abismo olha para você.”
Além do Bem e do Mal
Friedrich Nietzsche

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Livro

15 de junho de 2014

       HISTÓRIAS FANTÁSTICAS DE FUTEBOL

Antologia da editora Draco aborda o esporte em contos que transitam do sobrenatural à ficção científica

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Em plena época de Copa do Mundo no Brasil, não são poucos os livros lançados abordando o tema, a maioria com caráter jornalístico. Mas também há quadrinhos e games, embora quase nada de filmes, exceto na televisão, como série Copa do Caos, da MTV, agora exibida na Cultura.

Uma exceção em livro, na categoria literatura, é a antologia “Futebol: histórias fantásticas de glória, paixão e vitórias”, da Editora Draco, de São Paulo, lançada esta semana em formato ebook, nos sites da Amazon e Livraria Cultura, e nas próximas semanas como impresso. A antologia é composta por dez contos, abordando o futebol de forma fictícia, com histórias nos mais diversos gêneros do fantástico. Não importa se os jogadores são artificiais, fantasmas, demônios ou simples mortais, o livro mostra que no mundo do futebol não há discriminação. Boleiros que vivem em nossa imaginação entram em campo para mostrar que futebol e literatura fantástica formam uma combinação de placa. Os contos foram escolhidos através de um concurso dentre concorrentes de todo o Brasil, ano passado, esperando a época da Copa para o lançamento. Um dos contos escolhidos, “O Rei do Futebol”, do autor desta coluna, tem como cenário épocas e personagens fictícios e reais do futebol brasileiro: alternautas, espécie de viajantes do tempo e do espaço, revivem realidades diferentes, usando como foco as grandes concentrações mundiais provocadas pelas Copas do Mundo e seu impacto sobre a sociedade. Um jornalista de um outro Brasil, ainda monárquico, nos anos 40, onde não existiu uma Segunda Guerra, faz a cobertura do último jogo de Friedenreich, o mítico primeiro “rei do futebol” brasileiro – um mestiço de uma negra com um alemão, que enfrenta a poderosa seleção nazista do Terceiro Reich. Mas o repórter também é jogado, à sua revelia, num Brasil diferente, menos tolerante e violento, com novo “rei do futebol” – este o mais famoso, o rei Pelé, em plena ditadura, durante a Copa de 70.

Segundo Erick Sama, publisher da Editora Draco, o livro fala “sobre o esporte mais amado do mundo, com aquele tempero que só os brasileiros sabem dar. São dez histórias recheadas de dribles elásticos, craques sobrenaturais, peladas mágicas no campinho da infância e grandes clássicos pelo destino da humanidade, onde pôr a bola na rede pode ser a única forma de salvar a própria alma. Idealizada e escrita por autores fanáticos, prepare-se para verdadeiras batalhas dentro das quatro linhas”.

A seleção dos textos foi organizada pelo escritor Marco Rigobelli, e é composta pelos contos: “Pátria de chuteiras”, de Gerson Lodi-Ribeiro (Rio de Janeiro); “2010 – O ano em que faremos contrato”, de Fábio Fernandes (São Paulo); “Sob o signo de Xoth”, de Carlos Orsi (Jundiaí – SP), “Boost”, de Vinícius Lisboa (Rio de Janeiro); “O último craque”, de Marcel Breton (Belo Horizonte – MG); “Jogo puro”, de Diego Matioli (São Paulo); “O último gol de Tião Canhoto”, de Fabio Baptista (Campos – RJ); “O rei do futebol”, de Sid Castro (Catanduva); “O último jogo”, de Rodrigo van Kampen (Campinas – SP) e “Nos gramados em cinzas da Arena do Abismo”, de Marco Rigobelli (São Paulo).

E quem disse que futebol não dá margem à ficção científica? A própria abertura da Copa, no dia 12 último, em São Paulo, teve uma demonstração (tá, meio que boicotada pela Fifa…) de um modelo de exoesqueleto, capaz de, no futuro, fazer um tetraplégico andar, desenvolvida pelo cientista brasileiro Miguel Nicolelis. Muita gente não compreendeu que se trata de uma tecnologia em estudo – ninguém vai sair por aí com um trambolho daqueles, por enquanto. Num futuro que se espera não muito distante, pessoas com deficiência poderão andar, correr e, talvez até jogar futebol com uma “roupa” especial robótica mais desenvolvida. Por enquanto, isso é ficção científica. (texto originalmente publicado na coluna Imagem & Ação, Caderno Cultura, jornal O Regional – Catanduva – SP – 22/06/14)